16 de julho de 2013

Relato: A história da Clara e de uma dor que não foi em vão...


A Clara Crispim chegou até mim assim, numa mensagem:

“Cariny, tava no site da Rede Parto do Princípio e escolhi, aleatoriamente, um depoimento de parto pra ler. Li o seu! Queria te agradecer só pelas suas palavras. TUDO que você disse naquele texto retrata o que estou passando. E quando vi que você teve seu bebê em Porto Velho, me senti mais amparada ainda! Tento perder todas as inseguranças que implantaram em minha cabeça no decorrer de todos esses anos. E palavras como a sua me dão a nítida certeza de que agora quem vai decidir como meu bebê virá ao mundo sou eu. Tenho 2 cesáreas (contra minha vontade) e tinha muito medo de ‘estourar meu útero’ numa tentativa de parto normal. Mas NADA mais me assusta! Estudei, me informei e vejo histórias de mulheres como você que mudaram toda minha concepção a respeito do assunto e do mundo! OBRIGADA!”

Eu comemorei! Afinal, era mais uma mulher saindo da matrix!

Esquecemos uma da outra e, meses depois, fiquei seduzida pela estória dela quando li um pequeno relato que ela escreveu assim que seu terceiro menino nasceu. Inundada com a revolução que vem junto com as chegadas e partidas da vida, ela fez um texto corajoso – de gente grande, como se diz por aí – assumindo suas escolhas, lamentando perdas e comemorando vitórias!

Vitória por ter sido protagonista da própria estória e não mera observadora. Vitória por ter se empoderado e feitos escolhas corajosas, escolhas verdadeiras e não se permitir levar pela maré do falso. Vitória por ser adulta e assumir a parte que lhe cabe em cada um dos desfechos que viveu na estória da chegada do seu caçula. Vitória por inspirar outras mulheres a sair da artificialidade e buscar a carne, o sangue, o suor e as lágrimas, em trocar de conhecer a verdade. Vitória por promover o homem, chamar o companheiro e dar o poder, também a ele, de apostar na vida. Vitória por ter coragem de tirar a venda dos olhos e olhar a luz para, assim, desejar dar à luz.

Poderia ter doído menos, Clara. Sim! Você poderia ter ouvido, friamente, as palavras de fora que te insistiam em dizer que a cirurgia é a melhor escolha da mulher. Sim, você teria sentido menos dor. Mas não porque doa menos, mas porque agir contrário aos nossos sentimentos internos nos entorpece, nos deixa anestesiadas... e a dor surgiria depois, disfarçada em alguma das inúmeras fantasias que criamos para nossas dores internas mal curadas. É preciso coragem para enfrentar os próprios fantasmas...
Muitos podem analisar os fatos como uma tentativa em vão... como uma perda. Mas só os sábios tiram proveito da dor. Enquanto caminhamos feito zumbis, ora fugindo da dor, ora perseguindo o prazer, há quem escolha a dor como caminho e os ganhos com esse auto conhecimento são verdadeiros tesouros!

Não é difícil imaginar porque razão uma mulher, quando for ter seu primeiro filho, não queira sentir dor. Passou anos recebendo mensagens fortíssimas de que dor não é bom, dor não serve para nada, dor é inútil, dor deve ser combatida. Então, como encarar um rito de passagem como o parto que tem a fama de ter a 'pior dor do mundo'? Ficou todos os anos de seus ciclos menstruais sentindo cólicas e tomando analgésicos para elas, sem contudo procurar descobrir porque seu útero gritava mês a mês. Assim faziam sua mãe, suas tias, suas amigas. Quando a enxaqueca a acometia, corria para a farmácia e não para dentro de si. Porque razão esta mulher iria aceitar a dor do parto? "Não! De jeito nenhum, isto é grotesco, selvagem, animal... eu quero parto sem dor, quero filho sem dor". Ledo engano; o filho doerá de qualquer jeito, pois nossos filhos nos jogam na cara tudo aquilo que somos e o que não somos. A dor é inevitável, o sofrimento é que é opcional. Vai doer, é o ônus assumido por estarmos aqui, mas nós podemos escolher se queremos ou não sofrer com esta dor.

No livro ‘Quando o corpo consente’, há um trecho que me tocou profundamente e que ilustra a escolha da Clara. Diz lá que a dor do parto é a dor que carregamos dentro de nós. Sim, eu mesma já cheguei às portas da maternidade com muitas dores, cicatrizes mal curadas, e tudo aquilo viria a mim, de qualquer jeito, de uma forma ou de outra. Foi então que eu pensei: se a dor é minha, então ela é minha parceira de vida, vou trazê-la, vou exorcizá-la, vou vomitá-la... e assim, eu recebi a dor como uma dádiva de Deus, uma ferramenta esplêndida da natureza. Ela veio e depois se foi... dois anos depois, pari sem dor, meu terceiro menino. A Clara também chamou para si a sua dor e, assim, fez-se mais sábia! Caminhou radiante na transposição do rio de sua vida...

Vamos de Clara agora. Se você se apaixonar pelas palavras desta mulher que abre o coração com simplicidade e paixão, espere até ver as fotos...


1º ATO: “Eu adoraria ter ido até o fim, mas tudo acontece na melhor das formas.”




As pessoas têm me perguntado como foi meu parto, se foi normal como eu queria, se eu consegui... Eu consegui! Consegui entender o poder de uma mulher, sua autonomia, sua soberania. Consegui sentir o poder da decisão, o poder/querer. Levantei dia 24/12 às 6 horas da manhã impulsionada pela primeira contração. E eu não tinha dúvida, o show estava começando. O meu show. O show da vida. Fui à maternidade às 9hr, já com dores imensas e encontrei meu primeiro obstáculo. O médico que me atendeu disse que só esperaria até as 11 horas, caso eu não tivesse a dilatação necessária, ele me operaria. Bem, essa decisão era minha, não dele.

Voltei pra casa e lá fiquei até às 19 horas. Foram as MINHAS horas. Foram insuportáveis e deliciosas horas.... era eu e meu bebê numa comunicação intensa... era a magia da dor de ser mãe... era ISSO que eu queria.

Sentir a vida se expressar pelo meu corpo. Tive o privilégio de ter três excelentes profissionais me acompanhando (eterna gratidão). E mais três pessoas que nunca mais serão as mesmas na minha vida... Quando a dor me venceu, foram eles que me lembraram que havia mais que dor naquele momento... minha mãe, meu marido e a madrinha do Henrico.

Estas pessoas foram reposicionadas nos meus sentimentos... Tive muita energia positiva jorrada em cima de mim o dia todo... pessoas rezavam, firmavam, mentalizavam, cuidavam e esperavam.. comigo, por mim e para que meu sonho fosse realizado. Nem consigo expressar o meu afeto por todas estas pessoas que se permitiram sonhar comigo. Mesmo com seus receios, suas crenças, suas experiências. Mesmo com os “nãos” estas pessoas andaram de mãos dadas comigo, e energizaram meu dia... São pessoas de LUZ.

Às 19 horas voltei à maternidade. Neste momento eu fui vencida. Pelo medo. O outro médico que me consultou mediu 8 cm de dilatação. Quando soube que eu já tinha feito 2 cesáreas anteriores, imediatamente me encaminhou para a terceira. Assim, sem respostas, sem esclarecimentos, sem delicadeza. Disse que meu trabalho de parto havia se estendido por muito tempo e que havia risco a partir de então (Bem, de acordo com o outro médico havia risco desde às 11 horas da manhã). Com um toque que demorou 2 segundos ele pôde concluir isso? Eu nunca vou saber se havia riscos de verdade, ou o tamanho deste risco. Uma operação (cesárea) é muito arriscada, afinal é um procedimento cirúrgico. Mas pra este risco, este médico estava preparado, este risco ele queria correr, e não aceitava correr o MEU risco comigo. E eu não podia decidir arriscar sozinha, eu precisava daquele médico, do conhecimento dele. Era da vida do meu bebê que estávamos falando. Eu estava frágil. Decidi operar. Senti a dor e a delícia de participar ativamente do MEU parto.

Protagonizei. Fui dona da decisão de não ir até o fim... tentei ser mais cautelosa que durona. Aprendi isso com a maternidade. Meu bebê nasceu após 15 horas de trabalho de parto. Nasceu de cesárea. Me ensinou nestas 15 horas tanto sobre tanta coisa. Transformou minha vida. Eu adoraria ter ido até o fim. Mas como diz Chico Xavier “tudo acontece na melhor das formas”.


2º Ato: A maternidade depois das escolhas...




Ser mãe é? Não acredito que exista uma definição para isso. Sou mãe de três meninos lindos e até hoje não defini o que é ser mãe.

Trabalho, estudo, cuido de casa, dos filhos, acho tempo pra me divertir e cuidar da saúde. Como? Sendo mãe! É que mãe é um pouco médica, um pouco enfermeira, um pouco professora, um pouco vidente, um pouco nutricionista, um pouco psicóloga... com tantas atribuições, é possível imaginar como uma mãe consegue dar conta de tanta coisa ao mesmo tempo né?

Fui mãe pela primeira vez aos 19. Inexperiente, solteira, sem formação, morando com os pais. E pasmem, engravidei por que quis. Por que me bateu muito forte uma vontade de ser mãe. Sofri muito. Ser mãe menina é muito doloroso. Mas aprendi, de um jeito difícil, mas aprendi. O mundo modernizou-se, mas ainda há o preconceito com a mãe solteira, com a gravidez na adolescência.

Nove anos depois, me casei então nasceu meu segundo filho. Outra realidade, gestação completamente diferente, curti cada momento desde o “beta”. Desta vez houve chá de bebê, chá de fralda, book, dvd da ultrasson, desejos de grávida atendidos, tudo que uma gestação tem direito, foi lindo. Acontece que no meu peito, havia uma brecha. E eu descobri a resposta para aquele vazio na terceira gestação. Três anos depois, descobri que esperava meu terceiro filho.

Dentro de mim eu sempre soube que o melhor para uma mãe e seu bebê era um parto natural. Esta informação esteve sempre lá. Mas de alguma forma eu não a usei. Sempre deixei os profissionais que cuidavam de mim, decidir o que era melhor. E desta vez eu decidi que o parto era MEU. Aos 31 anos e terceira gravidez eu decidi parir. E por que desta vez? Acho que agora eu tinha maturidade para impor a uma sociedade e médicos cesaristas , a minha real vontade. E assim comecei a minha busca árdua e incansável.

Dona de duas cesáreas anteriores (completamente desnecessárias), morando numa cidade com pouquíssimas opções de médicos, com carência de estrutura própria para parto, e com muitas pessoas ao meu redor que não concordavam com minha decisão de parir.

Contei com a minha insistência e com apoio incondicional do meu marido, da minha mãe, da minha comadre e de poucos amigos. Busquei informações na internet, li artigos científicos, vi vídeos e relatos de mulheres sobre o VBAC (vaginal birth after cesarean - quando a mulher tem um parto normal após ter tipo uma ou mais cesarianas). Entrei em contato com pessoas renomadas estudiosas do assunto no Brasil inteiro. Estava sedenta por informação e apoio. E consegui. Mas na minha busca conseguia um sim para cada dez nãos. Desta forma acabei desistindo. Pensei: “correr atrás desse sonho vai dar muito trabalho”. E desisti. Mas continuei exaltando as pessoas que podiam parir (e me entristecia quando percebia que essas pessoas escolhiam operar com data e hora marcada. Por que eu que não podia e queria tanto uma oportunidade destas).

Minha mãe escutava minhas lamentações e nada podia fazer a não ser me encorajar. Meu marido também de mãos atadas até concordou em me deixar parir em outra cidade longe dele caso eu conseguisse apoio profissional. Minha comadre tirou um dia pra correr atrás de ajuda comigo. Cercamos uma médica que levanta a bandeira do parto normal. Quando falamos com ela sobre o meu desejo de tentar parir tendo duas cesáreas anteriores ela me fuzilou com o olhar, e com as palavras também. Chorei. E cada vez que fazia uma tentativa de encontrar apoio era a mesma coisa. Testas franziam e os ‘nãos’ soavam. Com medo de continuar me frustrando sempre, achei melhor parar de tentar.

Um dia uma prima me marcou numa publicação do facebook sobre uma tal Roda Materna. Aconteceria dali duas semanas mais ou menos. Pensei em ir, mas no fundo sabia que uma nova frustração viria. Mas se eu não fosse ia ficar com o sentimento de covardia me torturando. Fomos eu e meu marido. Encontramos uma psicóloga e uma doula que ouviram atenciosamente a minha história (quase como um desabafo). Claro que eu estava esperando as testas e os olhares, afinal o que uma louca que tem duas cesáreas quer fazer numa roda onde se discute o parto normal? Quer tentar ter um parto normal? Impossível! Não para aquelas profissionais. Ali eu encontrei o restinho da força que eu precisava para enfrentar todas as caras de reprovação e retomar a busca ao meu sonho.

O Grupo Buriti estava realizando a sua segunda reunião materna. Então eu fui abençoada com esta descoberta que também era uma novidade. Encontrar com outras mães que já haviam tido parto normal, com enfermeira, com doula, com psicóloga, com mãe que também já tinha cesárea anterior, com toda essa energia positiva, foi determinante na minha luta. Agora eu já tinha argumento, já tinha apoio e me faltava um médico. Mas eu tinha um plano. Através da minha comadre, entramos em contato com uma assistente social da maternidade municipal. E esta mesma nos garantiu que ali apenas era realizado parto normal. Mesmo que a mãe já tivesse cesárea, se no trabalho de parto tudo ocorresse bem, podia ir pra lá que o parto seria normal. Nos disse que isso já acontecera naquela maternidade várias vezes. Então pensei: “vou fazer o pré-natal todo na rede particular e quando for ter o bebê, vou para a maternidade municipal. Tá resolvido”. E assim foi.

Meu médico marcou a data do meu parto para o dia 17/12/12. Lógico que eu não aceitei. Disse que ligaria para ele para dizer que data seria melhor pra mim e aquela foi minha última consulta com ele. Mas eu já começava a entrar em pânico, pois completei 41 semanas e nada de TP. Então eu comecei a enfraquecer. Tinha medo de passar da hora de nascer, de algo acontecer ao meu bebê e a culpa ser minha. As pessoas que não apoiavam minha idéia de parto normal, já começavam a me dizer que aquilo tudo era uma loucura, que eu estava sendo inconsequente e teimosa. Mas esperei mesmo assim.
Dia 24/12/12, às 06:00 horas, senti minha primeira contração. Pulei da cama. 41 semanas e 4 dias. Abençoado seja este filho que me presenteia no natal. Meu show estava começando. Catei a vassoura e fui limpar a casa, afinal eu só voltaria pra lá com meu bebê no colo e tinha de estar tudo perfeito. Dei banho no cachorro. Curtia minha dor como se fosse um carinho em meu ventre. Acordei meu marido, pedi que ele mantivesse a calma, pois um trabalho de parto demoraria no mínimo duas horas. Pedi que ele lavasse a louça, pois naquela altura minha dor já não me permitia. Tirei o lixo e saímos. Fomos para a casa da minha mãe por volta das 08:30 da manhã.

Às 09:00 fui para a maternidade ver se estava tudo bem com o bebê. Aquela dor já me possuía por inteiro. Eu tinha certeza que o bebê já estava para nascer. Quando o médico me disse que eu estava com 1 cm de dilatação parecia mentira. E disse que como eu tinha duas cesáreas anteriores, mas queria muito ter o parto normal, ele esperaria até às 11:00 horas pro meu trabalho de parto evoluir e eu dilatar tudo. Caso não ocorresse, ele me operaria.

Voltei pra casa da minha mãe (frustrada pra variar) esperançosa que minha dilatação seria rápida. Enquanto eu buscava um conforto pra amenizar as dores da contração, fui presenteada com a visita das meninas (psicóloga, doula e enfermeira) da roda materna. E a visita virou o meu apoio do dia inteiro. Às 11:00 horas, quando eu devia voltar pra maternidade, havia dilatado apenas mais um centímetro.

Então, segurando as mãos do meu marido, da minha mãe e da minha comadre, decidi que iria esperar dilatar tudo e então eu voltaria para maternidade para ter meu parto normal. E foi através destas mãos que, quando eu quis desistir fraquejando para a dor, eu descobri que o apoio deles era tão grande quanto meu sonho. Eu tinha a melhor equipe do mundo ao meu lado. As melhores profissionais e a energia positiva que se podia sentir de longe.

Foram 15 horas de trabalho de parto. Quinze deliciosas horas de dor, medo, ansiedade. As quinze horas que determinavam quem eu seria dali pra frente. O parto transforma a mulher. Nenhuma mulher deveria se privar desta experiência. Eu repaginei a minha vida naquela data. Foi um momento de descoberta de limites, de valores, de sentimentos.

Abro um parêntese agora. Paula, Elis e Sandra eu nunca nesta vida vou conseguir dizer a vocês o tamanho da minha gratidão.

Quando a enfermeira me falou que eu havia atingido 8 cm de dilatação, eu decidi que era hora de voltar à maternidade. E neste momento eu perdi a rédea. O médico que agora era outro, quando viu no meu registro que eu já havia passado pro duas cesáreas agiu como um ogro. Indicou para uma cesárea de urgência e naquele momento ele esqueceu que é de pessoa que ele cuida, não de objeto, pela forma que passei a ser tratada o resto da noite. Não tive força para contradizê-lo. Não conseguia lutar com a minha insegurança sentindo tanta dor. Eu precisava daquele médico. Mas ele não precisava de mim na véspera de natal, com “a casa cheia”. O choro e o rosto do meu filho que “nascia” as 21:00 horas foi o lenço para lágrimas que não sei se um dia deixarão de cair dos meus olhos.

Sou mãe do Vitor, que me ensinou que ser mãe é amadurecer. Sou mãe do Alef, que me ensinou que ser mãe é dedicar. Sou mãe do Henrico, que me ensinou que ser mãe é lutar.

Tenho pena dos homens. Nunca saberão a delícia de gerar e parir. Pelo menos uma destas eu senti, e a outra eu sonho quando durmo, como se tivesse sido a minha realidade.

E mesmo assim, aqueles pobres homens que me tomaram um sonho, nunca chegarão perto de entender o que é ser mulher, mãe. Nunca entenderão a grandeza de ser igual àquela que os deu a oportunidade de existir. Podiam fazer parte de um espetáculo pelo menos como coadjuvante e teriam a honra de participar do milagre da vida.








































Todas as fotos foram tiradas por Elis Freitas, fotógrafa, mãe e fundadora do primeiro grupo de apoio a gestantes de Rondônia, o Grupo Buriti, em Porto Velho, juntamente com Paula Camargo Gerhardt, psicóloga e mãe e que hoje é parceira no grupo de apoio a gestantes Bello Parto, também em Porto Velho.



*Em tempo (19/07): Um leitor chamou a atenção para o uso da palavra 'estória' ao invés de 'história' e apresentou-me uma pesquisa. De fato, a palavra tem uma polêmica e foi criada para ter uma conotação de 'criada', 'inventada', 'sugerida', uma obra de ficção. Já a história é uma narrativa que faz parte dos fatos ocorridos na vida, uma obra não ficcional. Então, que se mude o título do post, já que de fictícia a história da Clara não tem nada! Valeu!
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